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Acadêmicos da URI trabalham na resolução de crime fictício em atividade prática sobre DNA

26/09/2025 14h41
Simulação organizada pela Liga Acadêmica de Saúde e Meio Ambiente (LiASM) reuniu os Cursos de Direito, Farmácia e Biomedicina em parceria com a Polícia Civil
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A cena de crime foi preparada para a atividade. Crédito Imagem./ Ana Paula Kemerich.

O campus da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões, (URI) Câmpus de Santiago recebeu, nesta semana, a atividade “O DNA do Crime”, organizada pela Liga Acadêmica de Saúde e Meio Ambiente (Liasm) em parceria com a Polícia Civil. A dinâmica contou com a presença do delegado Guilherme Milan Antunes e dos comissários Marcelo de Sousa Lima e Everaldo Amaral, responsáveis pela elaboração do caso fictício que mobilizou alunos e professores em uma investigação científica e jurídica.

 

A estudante Ana Laura Ceolin, do  2º semestre do Curso de  Biomedicina, fala da importância da dinâmica:

- A minha participação na atividade DNA do Crime foi extremamente enriquecedora, divertida e prazerosa, tanto no processo de elaboração quanto na execução. A experiência trouxe um grande diferencial para o meu currículo e para o de toda a equipe organizadora, destacou a acadêmica. 

A proposta surgiu a partir da ideia dos comissários Marcelo e Everaldo, que estruturaram o enredo da ocorrência criminal. A professora Fabiana Barcelos da Silva Cardoso, Coordenadora do curso de Direito, apoiou a iniciativa e orientou que os acadêmicos da área jurídica acompanhassem a simulação, enquanto os alunos de Farmácia e Biomedicina tiveram a responsabilidade de realizar a coleta de provas no local.

No total, 40 acadêmicos da disciplina de Biologia Molecular foram divididos em seis grupos para realizar análises laboratoriais a partir das amostras recolhidas. A atividade, que se estendeu até as 10h15, envolveu todos os participantes do início ao fim. O resultado não deixou dúvidas: três equipes conseguiram identificar corretamente o criminoso, demonstrando habilidade técnica e aplicando, na prática, conceitos aprendidos em sala de aula.

Para a coordenação, o exercício foi além da diversão acadêmica.

- A ideia é proporcionar uma vivência diferenciada, em que os alunos possam experimentar de forma prática o trabalho com DNA e compreender como a ciência contribui para a resolução de crimes, destacou a Professora Cisnara do Amaral.

A simulação foi recebida com entusiasmo pelos participantes, que se empenharam na resolução do caso, podendo também, conhecer as práticas de outros cursos, além da aproximação com a realidade profissional.

 

Fonte: Ana Paula Ribas Kemerich - NUCOM
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