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Estudantes de Arquitetura da URI Santiago realizam viagem técnica a Porto Alegre

14/07/2025 19h11
Vivência prática amplia a compreensão sobre patrimônio arquitetônico, urbano e cultural
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Acadêmicos do 5º semestre visitaram diversos pontos históricos de POA./ Crédito: Curso de Arquitetura e Urbanismo

Os acadêmicos do 5º semestre do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e da Missões (URI) Câmpus de Santiago participaram de uma viagem técnica a Porto Alegre,  na última quinta-feira (10).

A viagem faz parte do projeto de ensino ofertado nas disciplinas de Conservação e Restauração do Patrimônio Histórico e Materiais e suas Tecnologias I, sob a orientação das Professoras Giana Zófoli e Ângela Pisani.

A proposta da atividade buscou oferecer aos acadêmicos uma experiência imersiva, conectando os conteúdos desenvolvidos em sala de aula com o ambiente construído, especialmente no que diz respeito à leitura crítica do espaço urbano e à valorização do patrimônio edificado.

Ao longo do percurso, os estudantes visitaram o Hotel Moov, o Parque Farroupilha, o Mercado Público, a Praça da Alfândega, o Paço Municipal, a Casa de Cultura Mário Quintana e a Orla do Guaíba.

Durante a atividade, os acadêmicos puderam observar os elementos constitutivos da paisagem urbana, identificar técnicas construtivas tradicionais, refletir sobre os processos de intervenção em edificações históricas e reconhecer os desafios da conservação em contextos contemporâneos, além de uma percepção do papel social do arquiteto na preservação da memória coletiva.

 

Como aponta a Profa. Giana Zófoli, as viagens técnicas são momentos únicos na formação do estudante de Arquitetura e Urbanismo. Na disciplina de Conservação e Restauração do Patrimônio Histórico, esse contato direto com bens culturais permite ir além da teoria, pois é quando o aluno realmente vivencia o que antes era apenas conteúdo de sala de aula.

 

      - Ao caminhar por edifícios históricos, observar detalhes construtivos e perceber as marcas do tempo nos espaços, o estudante desenvolve um olhar mais sensível e responsável sobre o patrimônio. É nesse encontro com a história viva que se fortalece o entendimento sobre o valor da preservação, os desafios das intervenções e o papel social da arquitetura na memória das cidades. Mais do que aprendizado técnico, essas experiências despertam pertencimento, respeito e um compromisso maior com a cultura e a identidade dos lugares -,  destacou a Profa Giana Zófoli.

 

A viagem técnica além de contribuir com conhecimento técnico e teórico, possibilita aos acadêmicos a reflexão sobre as relações entre arquitetura, cultura e identidade.

Assim, a experiência formativa impulsionada pela atuação das docentes e pelo engajamento dos acadêmicos contribui para a construção de um ambiente universitário dinâmico, pautado pela observação crítica e pela aprendizagem prática, fortalecendo a solidez dos cursos da instituição e ampliando as possibilidades de inserção qualificada no campo profissional.

 

Fonte: Ana Paula Ribas Kemerich - NUCOM
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