O Seminário de Letras “Formação Docente e os desafios da educação contemporânea”, foi aberto na noite de quarta-feira (01), no Salão de Atos da Universidade.
A acolhida inicial ficou com a diretora acadêmica, Michele Noal Beltrão, que, entre as palavras de entusiasmo a todos os participantes do seminário, salientou a importante parceria dos acadêmicos de Letras e a coordenação do curso. A coordenadora, professora Eliane Manenti Rangel, comentou da importância em estarem por quatro dias “extrapolando para fora da sala de aula vários debates”. O professor Julio Rafael, esteve no evento, representando a Academia Santiaguense de Letras, já o poeta Ronaldo Gomes, presidente da Casa do Poeta de Santiago, representou a entidade.
Antes da mesa redonda que abriu o seminário, acadêmicos realizaram um momento cultural, declamando poesias dos autores do livro Delirismo.
O primeiro dia de evento teve a mesa redonda "Escrever poesia hoje: entre o delirismo e o lirismo", muitas perguntas e reflexões da plateia, lançamento do livro Delirismo e coquetel. Veja a programação do seminário, que encerra sábado.
Mesa redonda- Foi composta pelo professor Orlando Fonseca, mestre em Literatura Brasileira e doutor em Teoria da Literatura. Orlando é cronista do Jornal Diário de SM, já exerceu cargo de secretário municipal da cultura em Santa Maria e pró-reitor de graduação da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Também, pelo professor doutor Carlos Roberto da Rosa Rangel, da URI Santiago. Rangel já foi premiado em Portugal com o romance “Crime e Revolução” por meio do III Prêmio Literário Carlos de Oliveira. Ainda, participou o poeta Odemir Tex Júnior, graduado em Letras, sendo membro da Academia Santamariense de Letras e sócio fundador da Casa do Poeta de Santa Maria. Já recebeu mais de 30 prêmios literários.
Frases:
Rangel- “Na poesia, sem emoção, não há catarse”.
Tex- “Poema não tem uma lógica de começo, meio e fim”.
Orlando- “Para ser verdadeira, a poesia precisa ser humana”.
“Esta necessidade de delírio é importante”.