O Natal é tradicionalmente marcado pela união, celebração e mesa farta. No entanto, para muitas famílias, manter essa tradição sem comprometer o orçamento é um desafio cada vez maior. Pensando nisso, acadêmicos do Curso de Administração da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) Câmpus de Santiago desenvolveram uma pesquisa sobre o custo da cesta básica voltada à ceia natalina, com foco na realidade econômica das famílias santiaguenses.
O levantamento foi realizado por alunos participantes do Programa Institucional de Iniciação Científica (PIIC/URI), que pesquisaram preços nos principais mercados do município. A proposta foi apresentar alternativas de ceias completas, com planejamento e economia, garantindo uma análise realista e acessível para a comunidade local.
A pesquisa resultou na elaboração de duas opções de cestas natalinas, pensadas para diferentes perfis de consumo e possibilidades financeiras.
Cesta 1: Tradição com planejamento – até R$ 330,00
Indicada para famílias que não abrem mão do tradicional peru natalino, essa cesta reúne pratos clássicos da ceia, com escolhas estratégicas para reduzir custos sem perder a essência da comemoração. O peru de aproximadamente 4,8 kg representa o maior investimento, custando R$ 160,70, mas garante o prato principal da noite.
Os acompanhamentos apostam na simplicidade e no equilíbrio entre sabor e economia, com itens como arroz, batata, cenoura, além de opções que agregam variedade à mesa, como salpicão e saladas. Para a sobremesa, pavê de bombons e salada de frutas completam a refeição. As bebidas incluem refrigerante e espumante.
Resumo dos custos por prato:
Peru assado: R$ 160,70
Arroz colorido: R$ 16,25
Batata gratinada: R$ 30,92
Salpicão: R$ 26,26
Salada de frutas: R$ 33,80
Pavê de bombons: R$ 32,86
Cesta 2: Economia com sabor – até R$ 200,00
Pensada para quem busca uma alternativa mais acessível, a segunda opção substitui o peru pelo frango assado, mantendo o espírito natalino com um custo reduzido. A cesta inclui arroz, salada de maionese, farofa e mousse de maracujá como sobremesa, além de refrigerante e espumante.
Mesmo com pratos mais simples, a proposta garante uma ceia saborosa, equilibrada e adequada ao orçamento de muitas famílias.
Itens e custos principais:
Arroz (1 kg): R$ 3,99
Salada (batata, cenoura, ervilha e maionese): R$ 12,76
Frango inteiro: R$ 65,90
Farofa (200 g): R$ 4,79
Mousse (leite condensado, creme de leite e suco): R$ 10,47
Refrigerante (2 L): R$ 9,88
Espumante (1 L): R$ 19,98
A pesquisa reforça que, com planejamento e escolhas conscientes, é possível celebrar o Natal de forma especial, sem exageros financeiros. Mais do que os pratos à mesa, o estudo destaca que o verdadeiro sentido da data está na convivência, na partilha e na criação de memórias ao lado de quem se ama.
Abaixo, segue disponível o arquivo completo e detalhado da pesquisa.
Pesquisa desenvolvida por bolsista PIIC/URI e docente do Curso de Administração aponta cenário de preços controlados nos alimentos essenciais, mesmo com maior consumo no período de festas
Redução ocorre às vésperas do Natal e alivia o orçamento das famílias
Pesquisa mensal do Curso de Administração da URI Santiago aponta variação de 1,59% no mês e instabilidade nos preços dos alimentos frescos
A atividade integrou estudantes do 2º e 6º semestres em uma experiência prática sobre processos produtivos e gestão na cadeia da erva-mate.
Ação promove integração e desenvolvimento do espírito empreendedor entre jovens e acadêmicos
Luiza Cadó representou a URI Santiago na 2ª edição do 16º Fórum Público do Movimento Tratado Cidadão, em Santa Maria, com o projeto EMPRÁTICA
Pesquisa do Curso de Administração da URI Santiago aponta redução de 1,71% no mês e acumulado de 6,56% no trimestre
Evento reuniu acadêmicos, professores e profissionais em uma noite de aprendizado e troca de experiências, destacando a atuação de jovens administradores no cenário empresarial
Valor médio total dos 13 itens pesquisados ficou em R$ 708,51, acompanhando a tendência nacional de redução
Estudo do Curso de Administração da URI acompanha a tendência nacional, mas valor ainda compromete mais da metade da renda de quem recebe salário mínimo