No último mês, a Direção da URI Santiago entregou para a prefeitura do município o projeto “Banco de Dados Geográficos para o Turismo Cultural, no Cemitério de Santiago”, a partir de uma demanda da Administração que precisava organizar e fazer um levantamento no referido espaço.
O sistema de informações é dedicado à atualização do cadastro territorial e das informações espaciais de jazigos perpétuos e de monumentos do Cemitério Municipal de Santiago, uma construção do Polo de Modernização Tecnológica do Vale do Jaguari (PMTVJ), em conjunto com o Núcleo de Tecnologia da Informação da URI Santiago (NTI), professores dos cursos de Agronomia e de Arquitetura e Urbanismo e estudantes de Agronomia. Como é uma ferramenta aberta, além da atualização, serão inseridos novos dados, conforme a demanda da prefeitura e dos usuários.
De acordo com o coordenador do projeto e gestor do Polo Tecnológico, professor Júlio Wincher Soares, a ferramenta (que pode ser utilizada em smartphones) facilita a vida do frequentador, pois ele pode procurar um jazigo digitando o nome do falecido, recebendo assim, a localização espacial exata. A ferramenta também colabora com o trabalho de gestão da prefeitura uma vez que, conforme explica o docente, trata-se de um cadastro digital do número de jazigos existentes, número de pessoas falecidas inseridas neles, bem como, as ruas e monumentos. “Vai facilitar a gestão do cemitério, até hoje não havia esse levantamento”, completa.
Cumprindo seu papel comunitário no desenvolvimento regional, a URI alia toda sua tradição à inovação, desenvolvendo um trabalho totalmente inédito, com tecnologia desenvolvida na própria universidade, afinando-se à perspectiva de contribuir para cidades inteligentes, que utilizam tecnologias e demais recursos para propiciar uma vida melhor aos cidadãos. “Além da contribuição para a construção de uma cidade inteligente, existe a formação de pessoas e, em um conceito de inovação aberta, transcende os portões da universidade, conectando atores da academia, da iniciativa privada, do governo e da sociedade civil organizada, com norte na quádrupla hélice de desenvolvimento”, disse o professor.
Essa tecnologia poderá ser utilizada no cadastro urbano, permitindo, por exemplo, o cadastro de malhas de transmissão de energia elétrica, de transmissão de telefone fixo, de redes de esgoto, enfim, serve para o planejamento urbano.
Conforme a Diretora Geral do Câmpus, professora Michele Noal Beltrão, a iniciativa é o resultado de um projeto de pesquisa e desenvolvimento tecnológico (P&D) multidisciplinar, focado na solução de um problema regional. “Isso expressa o DNA comunitário da URI”, comemora.
Quer saber mais sobre essa ferramenta disruptiva? Acesse: http://www.urisantiago.br/cemiterio/
PANDEMIA: a pandemia desacelerou um pouco o desenvolvimento do projeto. Com a quarentena, a equipe não conseguiu fazer-se presente na universidade por alguns dias e também aconteceu redução de jornada para intensificar a prevenção, fazendo com que os oito meses ora projetados passassem para pouco mais de um ano, fechando então, o levantamento e a implementação da ferramenta.
QUÁDRUPLA HÉLICE: a Hélice Tríplice tornou-se um modelo reconhecido internacionalmente, sendo uma espécie de guia de políticas e práticas nos âmbitos local, regional, nacional e multinacional, envolvendo as interações universidade-indústria-governo. A quádrupla hélice tem adicionadas propostas da mídia, cultura e sociedade civil organizada.
TECNOLOGIA UTILIZADA COM APICULTORES: em 2019, essa tecnologia do projeto também foi utilizada em um levantamento de apicultores de nove municípios do Vale do Jaguari, quando eles foram cadastrados e foi criado um banco de dados.
TURISMO CEMITERIAL: o turismo em cemitério tem como foco a exploração do patrimônio artístico e arquitetônico, também, são buscadas personalidades, que mesmo depois de mortas continuam sendo veneradas.
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