O Curso de Administração por meio do Grupo de Desenvolvimento Regional (GEDERE) da Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI) Câmpus de Santiago divulgou essa semana o custo da cesta básica da cidade de Santiago relativo ao mês de novembro de 2024. Seguindo a metodologia do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), o valor dos produtos que compõem a cesta do trabalhador santiaguense apresentou um aumento de 2,77%.
Para efeito de comparação, esse percentual ficou acima do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial, que subiu 0,62% no mês de novembro.
O custo da cesta básica em Santiago foi de R$696,65, ou seja, R$18,81 a mais do que em outubro. Com essa diferença o trabalhador poderia comprar 3 litros de leite, ou 2kg de arroz ou de feijão ou ainda mais de 1kg de pão francês. Dos 13 produtos que compõem a cesta básica 9 produtos tiveram aumentos, entre os maiores temos: farinha de trigo 29%, batata inglesa e óleo de soja 18% e o arroz 15%. Já os produtos com maiores quedas nos preços foram a banana caturra -17% e o café moído -11%.
O custo médio da cesta básica nacional (DIEESE) pesquisado em 17 capitais foi de R$692,89 e em Porto Alegre foi de R$780,71, novamente a terceira mais cara do país. Em outubro, um trabalhador assalariado de Santiago comprometia 51,62% do seu rendimento (descontado os 7,5% da previdência social) e precisaria trabalhar 106 horas para comprar 1 cesta básica. Agora em novembro o comprometimento do seu salário corresponde a 53,75% e teria que trabalhar 109 horas, 3 horas a mais.
Por fim, o DIEESE considera o preceito constitucional de que o salário mínimo deve atender as necessidades básicas do trabalhador e de sua família e cujo valor é único para o país. Usa-se como base o Decreto Lei nº 399/38 que estabelece que o gasto com alimentação de um trabalhador adulto não pode ser inferior ao custo da Cesta Básica de Alimentos. A família considerada para o cálculo é composta por 2 adultos e 2 crianças, que por hipótese, consomem como 1 adulto. Com isso o salário mínimo necessário seria de R$5.852,56, ou seja, deveria ser 4,15 vezes maior do que o valor atual.
A pesquisa foi executada pela acadêmica do Curso de Administração Tília Medeiros, bolsista do Programa Institucional de Iniciação Científica (PIIC/URI) e pelo docente do Curso, Professor Marcos Vinicios M. Machado.
O boletim completo pode ser acessado abaixo.
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