A URI Santiago desenvolveu e está conduzindo o projeto multidisciplinar “Energia e serviços ambientais para geração de renda e emprego, na região do Vale do Jaguari- RS”, o qual visa a diversificação de culturas e a geração de emprego e de renda, por meio da capacitação de produtores e de técnicos para a produção de etanol de amiláceas- como a batata-doce, o milho, o trigo e o triticale. Também, com o reconhecimento, quantificação e valoração de serviços ambientais de sequestro de carbono, prestados nas propriedades rurais.
Assim, no último sábado, 25, a Fazenda Escola da URI Santiago recebeu o programa A Voz do Campo. Foi transmitido do Laboratório de Processamento de Etanol e contou com a mediação do deputado federal Marcelo Brum, com as contribuições de professores, pesquisadores, extensionistas, estudantes e principalmente, de produtores rurais, que interagiram via redes sociais, de diferentes regiões brasileiras.
Conforme o professor Henrique Machado, pesquisador da Cadeia do Etanol, o projeto contribuirá para a geração de emprego e de renda nos municípios do Vale do Jaguari e para as demais regiões do Estado. Já os professores Clarissa Obem e Vânius Veiga, salientaram que as amiláceas, além de diversificarem a paisagem e a economia regional, apresentarão alto rendimento na conversão do amido para o etanol.
O deputado ratificou o compromisso com a produção de etanol e com os serviços ambientais prestados pelos produtores rurais, com a indicação de recursos para pesquisa e inovação.
Para o coordenador do Polo de Modernização Tecnológica do Vale do Jaguari, professor Júlio Wincher Soares, a universidade conta com uma equipe de pesquisadores, docentes e técnicos capacitados, com laboratórios de última geração e duas plantas para a produção de etanol, fato que inseriu a IES no Grupo de Trabalho Pró Etanol – RS, coordenado pelo engenheiro agrônomo da EMATER, Valdir Zonin.
Estiveram no programa a diretora geral da URI, professora Michele Noal Beltrão, os professores Clarissa Obem dos Santos, Henrique Moreira Fruh Machado, Vânius Ventorini Veiga e Julio César Wincher Soares, o engenheiro agrônomo- egresso da URI, mestrando Higor Machado de Freitas, o engenheiro agrônomo da EMATER Valdir Zonin e os alunos de Agronomia Luryan Delevati e Otavio Medeiros.
MAIS- O constante aumento da temperatura global tem alertado a sociedade quanto à queima de combustíveis fósseis, como a gasolina e o diesel, com consequente produção de gases do efeito estufa. Conforme a National Aeronautics and Space Administration (NASA) e a National Oceanographic and Atmospheric Administration (NOAA), que analisaram dados de milhares de estações meteorológicas em todo o mundo, a década de 2010 foi a mais quente da história, sendo os anos de 2016 e 2019, os mais quentes de todos os tempos, respectivamente.
Assim, estratégias para a adoção de fontes de energias renováveis estão em desenvolvimento em diferentes países do mundo, sendo o Brasil, o pioneiro na geração de energias limpas. No Brasil, temos biocombustíveis (etanol, biodiesel e biogás), energia fotovoltaica, eólica e hidroelétrica.
A VOZ DO CAMPO- No ano de 2008, a partir da vontade de um agricultor em comunicar-se com a sociedade, podendo mostrar a realidade do campo, e, junto de um profissional em busca de uma oportunidade, decidem criar um canal de comunicação voltado para o agronegócio (como jamais havia existido). O produtor rural do município de Capão do Cipó, Alcides Meneghini e o radialista de Santiago, Marcelo Brum, criam o programa “A Voz do Campo, a rádio do campo para a cidade.” Na caminhada da Voz do Campo, outros parceiros foram juntando-se, a fim de contribuir para o crescimento do programa. O mesmo passou a ser referência pela ousadia de um grupo de pessoas que decidiu sair da zona de conforto e levar até a sociedade, as dificuldades da vida no campo, no entanto, muito mais do que isso, o programa, discute o futuro do agronegócio na região e no País.
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