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URI consolida seu laboratório de silvicultura e viveiro florestal

16/12/2016 14h26
Espaços, que propiciarão ensino, pesquisa e extensão, pertencem ao curso de Agronomia

A URI Santiago consolidou, no segundo semestre de 2016, o Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal, o qual faz parte do curso de Agronomia, sendo coordenado pelos professores doutores Júlio Cesar Wincher Soares e Claiton Ruviaro.

O laboratório destina-se ao ensino, pesquisa e extensão, tendo enfoque para a implantação de florestas e produção de mudas de espécies florestais nativas e exóticas, de interesse madeireiro, energético, ervateiro, apícola e ambiental.

Ensino- Nas atividades de ensino, segundo o professor Júlio Cesar, o espaço receberá semestralmente os acadêmicos do curso de Agronomia, no qual serão ministradas aulas de silvicultura, manejo florestal, agroecologia/sistemas agroflorestais, biologia do solo, culturas agrícolas III, entre outras. 

Pesquisa- As atividades de pesquisa objetivam a produção e armazenamento de sementes, a produção de mudas florestais por sementes e mini estaquia, práticas de implantação de povoamentos florestais com o objetivo de aumentar a produtividade florestal e a conservação ambiental.

Extensão- Os trabalhos de extensão passarão pela difusão de conhecimentos, visando atingir a comunidade do Vale do Jaguari e também, outros municípios, por meio de visitas guiadas e cursos de capacitação.

Para a implantação do Laboratório de Silvicultura e Viveiro Florestal foram obtidos recursos financeiros junto à Secretaria do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado do Rio Grande do Sul, via Pólo de Modernização Tecnológica Vale do Jaguari e recursos próprios da URI Câmpus de Santiago. A Universidade acaba ganhando evidência no Estado por possuir um viveiro florestal com esta estrutura. 

As fotos abaixo mostram a área de produção; sistema de irrigação por aspersão e bolsistas de iniciação científica. 

 

 

 

Curiosidade- o que é silvicultura? É a ciência dedicada ao estudo dos métodos naturais e artificiais de regenerar e melhorar os povoamentos florestais com vistas a satisfazer as necessidades do mercado e, ao mesmo tempo, é a aplicação desse estudo para a manutenção, o aproveitamento e o uso racional das florestas.

Fonte: Núcleo de Comunicação
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